Último treinamento antes da estreia.
À noite desta quarta-feira, dia 7, vai marcar um novo momento para a Seleção Brasileira de Futebol Feminino. Pela primeira vez apostando em uma mulher no comando, a Seleção Canarinho inicia um novo ciclo contra a Costa Rica, às 20h15, pela Copa Caixa Internacional de Seleções de Futebol Feminino, na Arena da Amazônia. Antes, a emoção da estreia da competição fica por conta de Itália x Rússia, que entram em campo às 17h30. O evento recebe apoio do Governo do Amazonas, via Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel).
Capitaneada pela treinadora Emily Lima, que fará a estreia no comando da equipe, as jogadoras finalizaram os trabalhos para a primeira partida na tarde desta terça-feira, dia 06, no estádio Carlos Zamith. Após o treino, a comandante concedeu entrevista à imprensa e falou sobre a expectativa da primeira missão em Manaus.
“Nossa expectativa é de estrear com o pé direito. Dentro desses dias de treinamento que tivemos na Granja e esses dois dias aqui, é de estrear com o pé direito, estrear bem. É claro que não passei muita informação para elas, se não vira um trevo a cabeça delas, mas aproveitei tudo o que o Vadão havia feito e inclui algumas coisas que achei que seria interessante e acho que vai dar certo”, declarou a treinadora.
A exemplo do futebol masculino que voltou a encantar o torcedor com o bom futebol aplicado pelo técnico Tite, Emily quer que as jogadoras passem a ter um desempenho ainda mais bonito dentro das quatro linhas. A característica semelhante ao comandante da camisa verde e amarelo ela já tem: o primeiro jogo de Tite ‘em casa’ foi na capital amazonense, na Arena da Amazônia. Na ocasião, a terrinha baré deu sorte e o time brasileiro venceu por 2 a 1. Agora é torcer para que a mesma trajetória seja seguida pela equipe das meninas.
“Posso dizer que é a seleção brasileira que vai defender a Copa é muito bem organizada. Taticamente vai ser uma seleção obediente e ofensivamente elas vão brincar com a bola. Elas têm que se divertir, a gente não pode tirar isso das nossas atletas. É uma seleção ofensiva com as duas laterais virando alas, uma volante aparecendo sempre do lado oposto, duas meias, duas atacantes... dei um setor do campo para elas receberem a bola e fossem na vertical para dentro do adversário”, explicou a treinadora, revelando que a noite para ela vai ser mais curta.
“É uma ansiedade de estar representando o nosso País. É uma modalidade que eu vivo há mais de 20 anos. Essa noite vou dormir pouquíssimo, pode ter certeza”, avisou.
Fonte:SEJEL
Assessoria/FAF